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terça-feira, 25 de outubro de 2005

Pregunta...

OGLOBO:

‘NYT’: resultado mostra a falta de confiança na polícia


A vitória do “Não” teve grande destaque na imprensa internacional. O jornal americano “The New York Times” disse que os brasileiros rejeitaram de maneira esmagadora a proibição do comércio de armas e munição e que o resultado mostra a falta de confiança da população na eficiência e na honestidade da polícia. “Apesar de o Congresso brasileiro ter aprovado o Estatuto do Desarmamento há quase dois anos e a taxa de homicídio ter caído cerca de 8% no ano passado, o governo falhou por não levar adiante medidas para melhorar a segurança pública e construir um apoio popular para a proibição”, diz a reportagem.

Para ‘El País’, pergunta do referendo era confusa

O diário britânico “The Guardian” afirmou que, apesar de o governo brasileiro, as Nações Unidas e a Igreja Católica apoiarem o “Sim”, os brasileiros optaram pelo “Não” no primeiro referendo mundial sobre o tema. Segundo o jornal, o referendo era tido como crucial para o futuro do controle de armas no mundo. “Opositores da proibição do comércio de armas podem ter usado o referendo para mostrar seu descontentamento com o governo Lula, cuja popularidade tem diminuído por causa do escândalo de corrupção”, diz a reportagem.

De acordo com o jornal espanhol “El País”, a pergunta do referendo era confusa e muitos eleitores diziam que iam votar “Não” para que diminuísse o número de armas, o que, na verdade, ratificava a continuidade do comércio. “Este resultado arrasador é uma derrota para o governo federal”, diz o diário espanhol.

O jornal francês “Le Monde” ressaltou que, antes da campanha no rádio e na TV, o “Sim” tinha grande vantagem nas intenções de voto, mas depois a tendência se inverteu rapidamente. A reportagem também destacou que o Brasil é o segundo país no mundo onde mais ocorrem mortes por arma de fogo, com a cifra macabra de 36 mil mortes no ano passado.

“A vitória do ‘Não’ sugere que a maioria dos brasileiros confia mais na possibilidade individual de defesa que na capacidade do Estado de oferecer segurança pública eficiente”, afirma o jornal argentino “El Clarín”. A reportagem também ressaltou que o referendo se politizou com a vitória do “Não” sendo considerada uma derrota do governo Lula.

segunda-feira, 24 de outubro de 2005

Viva Paris

Boechat em JB Online:

'Monsieur' voador 1


Campeão em diárias de viagem na era Lula (R$ 168 mil, segundo o Estadão), o secretário Internacional do ministro Palocci, Luiz Awazu, é cidadão francês.

Sua mãe mora em Paris - onde ele já teria ido 22 vezes em um ano e meio.

A Controladoria Geral da República deveria investigar quantos desses vôos pagos pelo contribuinte serviram ao interesse público e quantos ao coração saudoso de um bom filho.

'Monsieur' voador 2

Tucano até a medula, o diplomata Sérgio Amaral costumava reclamar, quando embaixador em Paris, da riqueza de informações obtidas pelo governo francês sobre atos da equipe econômica brasileira.

A decisão de não renovar o acordo com o FMI, por exemplo, teria chegado ao Champs Élyssées antes do que à embaixada.

Amaral pensou em queixar-se de Luiz Awazu ao Itamaraty.

domingo, 23 de outubro de 2005

Lula Tour

Ancelmo Góis em OGLOBO:

Só pensa naquilo

Lula, na outra encarnação, foi piloto da Varig ou chanceler.

Depois de ficar quase duas semanas fora, passou a quinta, no Itamaraty. Recebeu a princesa da Dinamarca, Benedikte Astrid, e despachou horas no gabinete de Celso Amorim.

É por isso que...

Tem ministro que morre de inveja de Celso Amorim.

POLÍTICA DE PRIVACIDADE

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